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Ele fala mal de todas as religiões…

FELICIDADE É SIMPLES! FELIZ 2015…

Martin Seligman, o pai da psicologia positiva, teoriza que apesar de 60% da felicidade ser determinada pela genética e pelo ambiente os 40% restantes cabem a nós.

Em sua palestra na TED de 2004, Seligman descreveu três tipos de vidas felizes:
1) a vida de prazeres, na qual você enche sua vida com quantos prazeres puder,
2) a vida do envolvimento, em que você encontra a vida no trabalho, em ser pai, no amor e no lazer, e finalmente,
3) a vida que tem sentido, aquela que “consiste em saber quais são suas maiores forças e, também, em saber usá-las para servir e fazer parte de algo maior que você mesmo”.

Após explorar o que traz a satisfação definitiva, Seligman se disse surpreso. Buscar o prazer, determinaram as pesquisas, não contribui quase nada para a satisfação duradoura. O prazer é o “chantilly e a cereja” que dão um toque adocicado para as vidas baseadas na procura do sentido e do envolvimento. Felicidade duradoura vem de dentro da alma, não de fora.

No capítulo 5 de Mateus, Jesus faz um belo discurso, que muitos chamam de Sermão da Montanha. Mas eu prefiro chamar de Poema sobre a Felicidade! Disse o Mestre:

“Felizes as pessoas que sabem que são espiritualmente pobres, pois o Reino do Céu é delas.
Felizes as pessoas que choram, pois Deus as consolará.
Felizes as pessoas humildes, pois receberão o que Deus tem prometido.
Felizes as pessoas que têm fome e sede de fazer a vontade de Deus, pois ele as deixará completamente satisfeitas.
Felizes as pessoas que têm misericórdia dos outros, pois Deus terá misericórdia delas.
Felizes as pessoas que têm o coração puro, pois elas verão a Deus.
Felizes as pessoas que trabalham pela paz, pois Deus as tratará como seus filhos.
Felizes as pessoas que sofrem perseguições por fazerem a vontade de Deus, pois o Reino do Céu é delas. E felizes são aqueles que não abandonam a sua fé em mim!
Mas vocês, como são felizes! Pois os seus olhos vêem, e os seus ouvidos ouvem.”

Muitos cristãos buscam felicidade em viagens, carros, casamento, cargos… Enfim, coisas passageiras. Mas na visão de Cristo, a felicidade não está nas coisas, está em nós. Ser feliz, é estar vivo, ajudar as pessoas, poder enxergar e ouvir! Felicidade, na verdade, é algo simples… Simples como um lindo pôr-do-sol!

 

French Roast

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French Roast from German on Vimeo.

Este é o primeiro dos cinco nomeados para o Oscar de Melhor Curta-Metragem de Animação, é obviamente francês e é uma delícia. É escrito e realizado por Fabrice Joubert, animador da Dreamworks. Esta pequena maravilha passa-se num café parisiense, onde um tenso homem de negócios, percebendo que se esqueceu da carteira, tenta ganhar tempo pedindo um café atrás do outro, enquanto procura uma solução. O garçom, um andarilho, uma freira e um policial, vão tornar a situação ainda mais caricata e hilariante, com um desfecho inesperado (ou talvez não). São 8 minutos de magia e muito cinema, extraordinariamente bem executado. Se não for chegado a animação, vale à pena muito mais pela mensagem que pela não menos sensacional direção e animação.

NÃO SE ESQUEÇA DE SE LEMBRAR.

Por Jeferson ferreira.

Era um fim de tarde bucólico em algum lugar entre Lisboa e Paris. O trem parado no meio do “nada”. Na janela da cabine uma vista deslumbrante. Algumas casas típicas do sul da Europa e as ruas quase vazias. Ao fundo, as montanhas européias e o sol poente. Parecia aqueles desenhos infantis – Montanha, solzinho, casinhas… – Não tinha a menor idéia de onde estava – E se eu pulasse deste trem agora e fosse viver nesta cidade?- O pensamento, quase insano, era fruto de desejos típicos da juventude. Um relance de que me lembro depois de quase 20 anos. Oh memória boa!

A mente humana nos oferece os mecanismos do esquecimento. Que benção! Eles servem de proteção para que a gente não carregue o peso das memórias ruins, ou até das boas que podem nos distrair por terem chegado no momento errado. São Cores, Cheiros, Músicas – Oh, Pablo desgramado, sofrência, faz a gente lembrar do coração partido, risos. De fato a informação mau colocada pode nos paralisar e distorcer a realidade presente.

Comparo minha mente a um disco rígido de computador com “Soluço”. Às vezes me pego lembrando fatos aleatórios. Penso serem aleatórios – já me sugeriram orar por aquilo que lembrei -. Por vezes isso me leva a algum lugar do passado, que não poderia considerar que tivesse qualquer importância. Como aquele que relatei no início de nossa conversa. Nossa memória é emocional, dizem os psicólogos.

“Então disse o Senhor a Moisés: Eis que vos farei chover pão dos céus, e o povo sairá, e colherá diariamente a porção para cada dia, para que eu o prove se anda em minha lei ou não.” Êxodo 16:4

No deserto, Deus alimentava seu povo com o melhor do Maná. Nada poderia ser guardar para o dia seguinte. O povo andava meio errante e Deus os abençoava repetidas vezes, mesmo assim o povo se esquecia. Na primeira dificuldade a frente, reclamava. É como se o passado não tivesse existido. Oh memória ruim!

“Todavia, lembro-me também do que pode dar-me esperança.” Lamentações 3:21

E nosso espírito tem memória?

A História cristã sempre foi cheia de símbolos, estimulada, também, pela História do velho testamento no qual Deus determinava que o povo os criasse – As tábuas da lei, O Templo de Salomão, A Páscoa e, por fim, A Ceia. Hoje em dia, especialmente os cristãos Católicos preservam isto – O rosto de Jesus, com feições loiras, olhos azuis e um olhar quase distante é para mim a imagem mais emblemática desta cultura (os historiadores concordam que as feições de Jesus coincidiam mais com o estereotipo comum de um mulçumano de hoje em dia: moreno, queimado pelo sol causticante e barba serrada).

Mas como controlar a memória para que a gente se lembre somente daquilo que vai nos fazer bem? Quanto mais velhos estamos, mais nosso disco rígido vai se enchendo de lembranças boas e, infelizmente, ruins também.

“… e onde, pela primeira vez, tinha construído um altar. Ali Abrão invocou o nome do Senhor. Gênesis 13:4

Enquanto ele andava pela terra, em todos os lugares onde a benção de Deus acontecia, ele construía um altar. Gosto disto: As imagens, os museus, o concreto e as pedras que são quase eternas e nos proporcionam a oportunidade de tentar não esquecer das coisas boas. Serve como um Alforje para utilizarmos o conteúdo quando o tempo seca. Ressuscitar a Fé quanto a alma estiver em terreno árido. Quero trazer comigo, a tira colo, além dela, também a Esperança. Além do Amor, claro!

Vamos lá! A minha idéia de símbolos não é literal, não aprendi a carregá-los comigo, na verdade, nem gosto deles. A Cruz, o maior símbolo cristão, nunca usei. Até porque, por algum motivo fisiológico, não consigo levar: relógio, boné, anéis… até as etiquetas das roupas eu as retiro. Dá uma aflição! Queria sim altares na mente e no coração. Lugares onde pudesse andar aleatoriamente, como na história que contei. Lá vão estar um monte de cacarecos, cheiros, cores, lugares e símbolos e, principalmente, gente: meus amigos, antigos e novos, todos misturados, perdidos no meu “HD Maluco”!

Então, nesses trilhos da vida, a gente se encontra aleatoriamente. Prometo desta vez saltar do trem para a gente tomar um vinho, fazer uma oração ou conversar tomando um café antes de seguir viagem.

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Falando em memória, adoro este Clip da Banda, O Teatro Mágico – O que se perde enquanto os olhos piscam. Preste atenção e me diga que se você nunca perdeu uma desta coisas. Risos.

O Teatro Mágico – O que se perde enquanto os olhos piscam:

CARPE DIEM III – SEM ANSIEDADE!

Acabo de conversar com uma jovem casada, que tem uma linda filhinha de 1 ano de idade, que está apavorada com seu futuro, pois suspeita que esteja grávida de seu segundo filho e, segundo suas crenças, não é hora de ter outro, já que a vida profissional do marido não está encaminhada e aguardam uma definição para poderem comprar um imóvel próprio.

Refletindo sobre o momento dela e seu “problema”, pude ver que, de fato, eles possuem ainda muita grama para ser aparada antes de começar o segundo tempo da partida, entretanto, para as pessoas que crêem em Deus, temos que confiar nos cuidados dele e afastar de nos um dos sentimentos mais nocivos que vive dentro de nós: ansiedade.

A ansiedade está relacionada à nossa insegurança com relação ao dia de amanhã.

Teremos emprego?

Teremos saúde?

Teremos paz?

Teremos as coisas boas que almejamos e pelas quais lutamos?

Ou perderemos as coisas boas que já conquistamos?

A ansiedade é capaz de tirar a paz e matar a graça das coisas.

Com ansiedade não curtimos o hoje. Deixamos de aproveitar o bom, ou porque estamos de olho no ótimo que não sabemos se virá, ou por medo de perder o bom já conquistado.

O ansioso é o sujeito sem fé na vida, já que ansiedade é insegurança com relação ao futuro.

Se creio que existe Deus e se creio que Deus é bom, não preciso ficar ansioso, pois ao ter segurança que Deus é “o bom pastor”, o bom pai, o amor incondicional, descanso por meio da fé Nele, mesmo que as circunstâncias mostrem o contrário.

Uma das minhas experiências mais marcantes com o cuidado de Deus sobre a minha vida aconteceu por meio da paternidade. Luciana era um bebê que ficava doente com freqüência, chorava muito, sentia cólicas e aquilo tudo me angustiava… Eu sofria por ela, eu chorava junto com ela… Eu pedia Deus para passar a dor dela pra mim. Ficava desesperado ao vê-la enferma. Certa vez a doença estava demorando tanto a ser curada e ela tomava tantos medicamentos que chegou a coincidir várias doses de diferentes remédios sem que ela pudesse se alimentar. Eu pensava: “Estas drogas vão matar minha filha”. Naquela noite ajoelhei-me, muito angustiado, sofrendo e orei a Deus com todas as minhas forças, clamando uma cura milagrosa para minha filha, pois não mais queria submetê-la a tantas drogas. Deus me ouviu e Luciana amanheceu curada.

Em meu relacionamento com Deus eu sempre tinha lá no fundinho do meu coração havia um segredinho, uma pontinha de dúvida sobre o chamado “amor incondicional” de Deus. Será que Deus se importava comigo tanto quanto eu me importava com minha filha indefesa? Será que Deus me ama mesmo do jeito que eu sou?

Será que eu não deveria ser melhor para “merecer” algo mais de Deus?

Será que eu sou alguém especial para Deus ou será que Deus possui “filhos prediletos”, dentro os quais não estou incluído? Eu tinha insegurança com relação à profundidade do amor de Deus por mim.Aquela insegurança gerava, dentre outros sentimentos, ansiedade.

Um dia, orando com algumas pessoas, uma delas recebeu uma revelação da parte de Deus e me trouxe um recado de Deus. A pessoa disse assim:
“Luciano, Deus está mandando te dizer que o amor e o cuidado que você tem por sua filha não chega nem perto do amor e do cuidado que Ele tem por você”. Aquelas palavras foram para mim chocantes e absolutamente reconfortantes… Eu era mais que aceito, eu era também amado! Quando temos filhos, podemos aprender um pouquinho sobre o amor e o cuidado de Deus por Seus filhos, que somos todos nós. Deus não é como nós…

Ele não é como os pais humanos, cheio de limitações e falhas na criação e desvios de caráter e gaps emocionais. Ele é perfeito.

Se tenho eu um Pai celestial que tanto me ama e que é tão perfeito e bondoso, porque deveria eu andar ansioso? Jesus ilustrou isto de uma forma muito engraçada. Disse Jesus que “os passarinhos não plantam, não colhem e não guardam em celeiros, mas que, entretanto, o Pai Celestial os alimenta”. Que revelação maravilhosa: O alimento não vem da terra, mas do céu… É o céu (sol e chuva) que faz com que a terra dê o seu fruto. O Pai Celeste fertilizando a mãe-natureza para nos alimentar.

E Jesus concluiu seu discurso de um jeito muito didático, ou seja, com uma pergunta para nos fazer pensar. Disse Jesus: “Quem vocês acham que vale mais para Deus? Os pássaros do céu ou vocês, que são imagem de Deus?”. Deus cuida de mim na sombra das suas asas: A quem temerei? Tudo provém de Deus.

Existamos como Jesus ensinou várias vezes: “Não andem ansiosos por nada, mas façam com que Deus conheça as necessidades de vocês por meio da oração”.

Ao deixarmos a ansiedade de lado teremos qualidade de vida, pois passaremos a resolver não problemas imaginários, mas apenas os problemas que realmente existem, que são os de hoje, e poderemos também “curtir mais o dia de hoje” (Carpe Diem), sabendo que o dia de amanhã trará outras preocupações e outras alegrias.

Domingo passado eu preguei sobre o poder da oração e, pra variar, Deus provou as minhas palavras no transcorrer desta semana, e pude, mais uma vez, descobrir que não precisamos andar ansiosos por coisa alguma.

Viva!

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Qual seria o seu nível de ansiedade se entrasse num cinema nestas condições?

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