Cientistas malucos…

– “Há dois tipos de pessoas: as que têm medo de perder Deus e as que têm medo de O encontrar”.

Bleise Pascal (Clermont-Ferrand, 19/06/1623 – Paris,19/08/1662). Físico, matemático, filósofo e teólogo francês.

 

– “Do meu telescópio, eu via Deus caminhar! A maravilhosa disposição e harmonia do universo só pode ter tido origem segundo o plano de um Ser que tudo sabe e tudo pode. Isto fica sendo a minha última e mais elevada descoberta”.

Isaac Newton (Woolsthorpe-by-Colsterworth, 04/01/1643 – Londres, 31/03/1727). Cientista inglês, físico, matemático, astrônomo, filósofo e teólogo.

 

– “Sem Deus, o universo não é explicável satisfatoriamente”.

Albert Einstein (Ulm/Alemanha, 14/03/1879 – Princeton/USA, 18/04/1955). Fisico alemão que formulou a Teoria da Relatividade, sendo considerado o maior cientista de todos os tempos.

 

– “É um cientista bem medíocre aquele que pretende poder passar sem fé ou sem Deus!”.

Wernher Magnus Maximilian von Braun (Wirsitz/Império Alemão, 23/03/1912 – Alexandria/EUA, 16/06/1977). Foi um cientista e figura central no desenvolvimento de foguetes, diretor do Centro Espacial de voo Marshall de 1960 à 1970, onde dirigiu os programas de voos tripulados: Mercury, Gemini e Apollo. É o pai do foguete Saturno V, que levou os astronautas dos EUA à Lua.

 

– “Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima.”.

Louis Pasteur (Dole Jura, França, 27/12/1822 – 28/09/1895, Villeneuve-L’Etang, perto de Paris). Cientista francês cujas descobertas, na área da química, foram extremamente importantes na medicina, sendo o responsável pela técnica da pasteurização.


Um comentário em “Cientistas malucos…

  1. Antes de tudo peço a AUSTERIDADE de todos. Obrigado.

    Pobre Newton, se soubesse que o universo seria tão caótico….(risos)
    Muito bem colocadas essas frases! Agradou até aos Ateus! Adicione mais esta, de Albert Einstein:

    “Ciência e Religião nada mais são do que duas formas de se explicar a mesma coisa.”

    Ah, e gostei da última frase de Louis Pasteur. Ao longo de minhas reflexões de teologia cheguei realmente à essa conclusão. Mas não é sinal de que esta seja a última e absoluta resolução da minha realidade, e nem deveria ser a de ninguém.

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