DEUS É MATEMÁTICO?

DEUS É MATEMÁTICO?

(ou “Só alguém muito inocente para acreditar que isto acontece por acaso…”)



PORQUE CUIDAR DA NATUREZA?

Lá em casa a gente faz coleta seletiva de lixo.

A gente separa as garrafas PETs para reciclagem.

A gente lava os invólucros de leite que são enviados para uma ONG que recicla tudo.

A gente faz a nossa parte para tentar evitar que o mundo vire uma grande lata de lixo, assim, pode ser que meu neto receba como herança um mundo sem chuvas ácidas e com peixes no mar. (Todo este esforço familiar nos dá muito trabalho).

Entretanto, nesta nossa tentativa familiar de manter este mundo um pouquinho menos sujo, me vem em mente as palavras de Jesus que nos ensina que “não ficará pedra sobre pedra que não seja derrubada”, ou seja, o fim deste mundo como nós o conhecemos não é um mito, mas para os cientistas e para quem acredita nas palavras de Jesus, é uma verdade que se revelará para todos em pouco tempo.

Considerando que tudo irá mesmo se acabar? Para que reciclar?

A mensagem de Cristo não defendia a natureza, mas defendia algo que Ele considerava mais importante: o ser humano. A grande preocupação de Jesus foi ensinar os humanos a serem mais humanos, cuidando uns dos outros, dando aos menos favorecidos, dividindo com quem perdeu, amando: “não pagando o mal com o mal, mas pagando o mal com o bem”. De maneira contraditória, há muitas pessoas que gastam fortunas em abrigos para animais abandonados, mas não são capazes de dar um prato de comida para quem bate à sua porta. Investem muito tempo limpando o planeta, mas não se preocupam com a sujeira do andarilho. Pessoas que estão pouco preocupadas com os semelhantes, mas com corações irracionais, acabam por amar mais os animais do que as pessoas… E ainda acham isto lindo!

Nosso foco deve ser amar, na prática, o nosso vizinho. Certamente que se prestarmos atenção, veremos muitas pessoas próximas de nós que precisam de alguma ajuda que podemos oferecer (sem esperar nada em troca). Quem vale mais para você? Um pardal ou o Seu Zé? E para Deus, qual dos dois vale mais?

Continua a dúvida: Para que reciclar?

Claro! Dvemos reciclar porque é politicamente correto e sabemos que os politicamente incorretos “não herdarão o Reino dos Céus” mas vão para o inferno ser espetadas pelo capeta… Não… Não é isto.

Penso que não é porque o mundo vai acabar que eu não mais irei tomar banho, não mais irei varrer a minha casa, não mais irei cortar a minha grama.

Não é porque o mundo um dia irá se acabar que eu vou deixar de cortar o cabelo, de fazer a barba e de me alimentar.

Não é porque um dia este planeta vai extinguir-se como o conhecemos hoje que eu vou jogar papel pela janela do carro, cortar árvores sem critérios, encher os rios de saquinhos plásticos de supermercado.

Se o mundo é a minha casa, eu posso me esforçar por mantê-lo minimamente limpo e organizado enquanto vivo eu estiver e nele morar.

Sim, os cientistas concordam com os Evangelhos, no ponto que eles reafirmam as palavras de Cristo: este mundo tem um prazo de validade… (E já está quase vencendo, creia). Não há nada que possamos fazer para mudar esta realidade bíblica (e agora também científica). Veja abaixo o que este renomado cientista, mentor do Movimento Ambientalista, tem a dizer sobre o futuro do nosso planeta e decida você mesmo o quanto devemos investir de tempo em coisas materiais (temporais e finitas) e o quanto devemos investir em coisas espirituais (eternas e perpétuas).

Seu corpo, eu e você sabemos para onde irá, mas, e o seu espírito? O que será feito dele?

Fique agora esta matéria da BBC Brasil, de 31/3/2010, 7:49

Luciano Maia

Humanidade não pode salvar o planeta, afirma criador da Teoria de Gaia

Mudar os hábitos para tentar salvar o planeta é “uma bobagem”, na opinião de um dos mais conceituados especialistas em meio ambiente no mundo, o britânico James Lovelock, para quem a Terra, se for salva, será salva por ela mesma.
“Tentar salvar o planeta é bobagem, porque não podemos fazer isso. Se for salva, a Terra vai se salvar sozinha, que é o que sempre fez. A coisa mais sensível a se fazer é aproveitar a vida enquanto podemos”, afirmou Lovelock em entrevista à BBC.

O cientista de 90 anos é autor da Teoria de Gaia, que considera o planeta como um superorganismo, no qual todas as reações químicas, físicas e biológicas estão interligadas e não podem ser analisadas separadamente.
Considerado um dos “mentores” do movimento ambientalista em todo o mundo a partir dos anos 1970, Lovelock é também autor de ideias polêmicas como a defesa do uso da energia nuclear como forma de restringir as emissões de carbono na atmosfera e combater as mudanças climáticas.

Gatilho
Para Lovelock, a humanidade não “decidiu aquecer o mundo deliberadamente”, mas “puxou o gatilho”, inadvertidamente, ao desenvolver sua civilização da maneira como conhecemos hoje.
“Com isso, colocamos as coisas em movimento”, diz ele, acrescentando que as reações que ocorrem na Terra em consequência do aquecimento, entre elas a liberação de gases como dióxido de carbono e metano, são mais poderosas para produzir ainda mais aquecimento do que as próprias ações humanas.
Segundo ele, no entanto, o comportamento do clima é mais imprevisível do que pensamos e não segue necessariamente os modelos de previsão formulados pelos cientistas.
“O mundo não muda seu clima convenientemente de acordo com os modelos de previsões. Ele muda em saltos, como vemos. Não houve aumento das temperaturas em nenhum momento neste século. E tivemos agora um dos invernos mais frios em muito tempo em todo o hemisfério norte”, diz Lovelock.

Energias renováveis
Durante a entrevista à BBC, o cientista britânico afirmou ainda não ver sentido na busca de alguns hábitos de consumo diferentes ou no desenvolvimento de energias renováveis como forma de conter as mudanças climáticas.
“Comprar um carro que consome muita gasolina não é bom porque custa muito dinheiro para manter, mas essa motivação é provavelmente mais sensata do que a de tentar salvar o planeta, que é uma bobagem”, diz.
Para Lovelock, a busca por formas de energia renováveis é “uma mistura de ideologia e negócios”, mas sem “uma boa engenharia prática por trás”.
“A Europa tem essas enormes exigências sobre energias renováveis e subsídios para energia renovável. É um bom negócio, e não vai ser fácil parar com isso, mas não funciona de verdade”, afirma.

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